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Novos órgãos sociais na SCUPA

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06 Outubro 2017

Em dia de comemoração da implantação da República (5 de outubro), os novos corpos sociais da Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense (SCUPA) tomaram posse, numa cerimónia que decorreu na sede da instituição e que contou com a presença de dezenas de pessoas.

A direção da SCUPA passa a ser presidida por Paulo Coelho, a Assembleia Geral por João Gouveia e o Conselho Fiscal por António Silva.

O novo presidente da Direção da SCUPA mostrou a sua satisfação e orgulho, salientando que o compromisso “assumido por nós com o programa apresentado visa constituir um ponto de viragem na dinâmica desta associação. Somos uma equipa que acredita no associativismo cooperativo, com muitos elementos jovens e novas ideias para dar um novo rumo à SCUPA”.

Paulo Coelho saudou, ainda, os corpos sociais que cessaram mandato, “com a certeza que se empenharam no cumprimento das suas funções”, agradecendo a todos aqueles que apoiaram a lista que encabeçou e que saiu vitoriosa da Assembleia Extraordinária Eleitoral realizada a 23 de setembro.

O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, marcou presença na cerimónia, onde relembrou a importância da SCUPA para a cultura local e para a perpetuação dos valores e das tradições montijenses intrinsecamente ligadas ao rio Tejo, desejando sucesso a todos os dirigentes nas suas novas funções.

Para além de Paulo Coelho, assumem funções na Direção da SCUPA os seguintes elementos: Maria Luís Sousa (tesoureira); Guida Casella (secretária); Diogo Capitão (vogal) e Mara Oliveira (vogal). A mesa da Assembleia Geral conta com João Gouveia (presidente), Paulo Brás (vice-presidente) e Amélia Susana Caria (secretária). No Conselho Fiscal estão António Silva (presidente), Ricardo Moreira (vogal) e Pedro Matos (vogal).

A SCUPA nasceu no dia 2 de março de 1913. A associação funcionava como uma cooperativa de consumo. Os pescadores descontavam os seus rendimentos para benefício de todos, cada um pagava o que podia formando uma espécie de “mealheiro” dos pescadores com uma função social muito forte. As sucessivas crises do setor e o abandono da arte da pesca obrigaram a SCUPA a uma reconversão, virando a sua atuação para a preservação da memória, da cultura e da identidade da classe piscatória montijense.

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