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Montijo

 

Casa e Ermida de Santo António – Quinta Pátio d'Água 

 

Ermida Quinta_Pátioagua
Avenida dos Pescadores, 78

 

Conjunto edificado no século XVI, com posteriores reconstruções. Da construção original da casa hoje em dia poucos vestígios existem, uma vez que ela se enquadra presentemente no chamado estilo da casa portuguesa resultante do projeto reconstrutivo da autoria do arquiteto Pardal Monteiro datado de 1919 mas só levada à prática na década de quarenta do século XX pelo seu último proprietário o Comandante Santos Fernandes. O edifício principal apresenta-se-nos assim atualmente com um telhado com beirais e mansardas, janelas com rótulas e a nível decorativo diversas aplicações de azulejos, tendo na fachada do torreão um registo figurando Santo António. Sofreu danos com o terramoto de 1755 e por essa razão em 1767 é referido como um casarão caído no registo do “Livro do Lançamento da Décima dos Prédios Urbanos”, na segunda metade do século XIX albergou a estação da Mala Posta do Alentejo. Em relação à ermida cujo orago é Santo António de edificação quinhentista foi autorizada a sua construção em 1564 pelo rei D. Sebastião, tendo sofrido alterações posteriores. Do edifício original somente chegou aos nossos dias o pequeno nicho existente na capela-mor revestido de azulejos verde-escuro e branco onde eram depositadas as galhetas. Em 1744 foi profundamente remodelada por Francisco Novaes Casado Pimentel de Faria e Cerveira, cuja pedra de armas se encontra no interior sob o arco que separa a capela-mor de nítida influência setecentista, da nave da ermida cuja porta principal se encontra na fachada lateral voltada para o exterior. Com o cataclismo de 1755 a ermida sofreu grandes danos, pelo que foi reconstruída em 1789 por Simão Neto Pereira Pato de Novaes Pimentel conforme se deduz pela inscrição contida numa lápide existente na mesma. A nível decorativo encontra-se revestida interiormente por azulejos com molduras de concheados polícromos onde se observam cenas da vida de Santo António pintadas a azul e branco, sendo cada painel intercalado por um conjunto retangular de azulejos em tons de verde com moldura retilínea, presentemente em mau estado de conservação. Todo o conjunto azulejar de gosto rococó insere-se já numa fase pombalina permitindo-nos datá-los da segunda metade do século XVIII, ou seja da reconstrução pós terramoto. Com a intervenção do arquiteto Pardal Monteiro a ermida foi remodelada tendo sido construído interiormente o coro, na fachada a rosácea com vitral dedicado ao orago bem como o campanário, e a galilé. Na fachada lateral podemos observar três janelas com vitrais representando Santo António, São João, São Pedro e na parede da capela-mor uma janela mais pequena um vitral com símbolos eucarísticos.

Em 2017, a Ermida de Sto. António foi alvo de uma profunda obra de reabilitação e restauro, com financiamento contratualizado no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano/Programa Operacional de Lisboa 2020. Da intervenção realizada, destacam-se os restauros que incidiram sobre o conjunto de vitrais pela Oficina Ricardo Leone, de Lisboa, e sobre os silhares de azulejos setecentistas remanescentes do terramoto de 1755, bem como os elementos em talha dourada. O património pré-existente ficou ainda mais valorizado pela colocação de um novo pavimento - “Chão Comum”, da autoria da conceituada artista montijense Fernanda Fragateiro, que se assume simultaneamente como objeto funcional e obra de arte.

Com esta obra, a Câmara Municipal do Montijo assumiu plenamente a obrigação de cuidar do património público concelhio, não se limitando a conservá-lo, antes pugnando pelo seu enriquecimento e valorização.

Imóvel de Interesse Público – 19/02/2002 | Informações: 21 232 77 89 (Divisão de Cultura, Bibliotecas, Juventude e Desporto) cultura@mun-montijo.pt

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Casa Mora – Museu Municipal 

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Avenida dos Pescadores – Montijo

Construção do século XIX. Construída na segunda metade do século XIX, para residência particular de Domingos Tavares grande proprietário rural natural de Aldeia Galega foi concluída em 1875 conforme se pode constatar pela data inserta no gradeamento sob a entrada principal. Para a sua construção teve o proprietário de demolir duas casas já existentes e também de sua pertença. Edifício construído ao estilo francês da época do II Império, ostenta uma fachada revestida por painéis de cantaria e possui também um elegante trabalho de ferragens, nomeadamente nas varandas, e nas grades das janelas do rés-do-chão. Possui ainda ao nível do telhado um curioso lanternim decorado com vidros coloridos e uma platibanda extremamente equilibrada onde existiram em tempos quatro estatuetas hoje em dia desaparecidas. Relativamente ao interior da casa são de destacar o magnífico trabalho em estuque dos tectos das divisões do 1º andar do imóvel bem como as pinturas a fresco das paredes da casa de jantar. Adquirido na década de 80 do século XX pela Autarquia com vista a albergar a Biblioteca Municipal Manuel Giraldes da Silva tornou-se, em 1993, após a saída da mesma Sede do Museu Municipal. O edifício é popularmente conhecido por Casa Mora em virtude do casamento de uma filha do seu antigo proprietário com o Dr. Manuel Justiniano Mora.

Horário: 2.ª a 6.ª Feira, das 9h00 às 12h30m e das 14h00 às 17h30m
Contacto para Informações: (+351) 212327867 - cultura@mun-montijo.pt

 

Edifício da Assembleia Municipal e Galeria Municipal 

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Rua Almirante Cândido dos Reis, nº 12

Construção do século XVIII, com posteriores remodelações. Construído no século XVIII como residência particular, perfeitamente integrada na malha arquitetónica da zona em que se integrava foi em 1780 arrendado pela Autarquia. Em 1800 foi adquirido pela Câmara, que só conseguiu a posse plena do imóvel em 1806 altura em que a Autarquia procedeu a obras de remodelação da fachada do edifício com vista a dotá-lo de um aspeto mais nobre, pelo que lhe foram acrescentados um frontão triangular, as cornijas, as pilastras, os remates piramidais encimados por uma pinha, duas goteiras em forma de gomil e as varandas que lhe vieram dar um ar neo-clássico. No frontão foi colocada uma pedra de armas de características joaninas representando as armas nacionais do tempo da monarquia que em 1910 sofreu a obliteração da coroa. Neste mesmo edifício funcionou no rés-do-chão o açougue, ou seja o local onde se vendiam os bens de primeira necessidade, nomeadamente o peixe e a carne, e no primeiro andar além dos serviços autárquicos funcionou também o tribunal. Aqui estiveram instalados os Paços do Concelho até 1965 altura em que transitaram para o actual edifício. Em 1999, algumas obras de remodelação interiores vieram dotar o edifício de modernas condições para poder albergar no piso superior a sala de reuniões da Assembleia Municipal e no piso inferior a Galeria de Arte Municipal.

Horário: 2.ª a 6.ª Feira, das 9h00 às 12h30m e das 14h00 às 17h30m
Contacto para Informações: (+351) 21 232 77 36

 

Ermida de São Sebastião 

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Rua Joaquim de Almeida – Montijo

Construção do século XIV, com posteriores reconstruções. Tradicionalmente referenciada como a mais antiga da Cidade, foi desde a sua edificação propriedade do Concelho tendo a sua manutenção sido sempre da responsabilidade do Município. Foi sede de paróquia até à construção da atual Igreja Matriz, e ao longo da sua existência sofreu profundas remodelações arquitetónicas. Provavelmente, durante o século XVI, sofreu obras de remodelação, cujo único vestígio que chegou aos nossos dias é o arco triunfal, formado por colunas torsas ornamentadas com florões e cordames. Edifício desde sempre marcado por uma forte austeridade conforme se pode constatar pelas descrições existentes, foi no século XVII intervencionado tendo adquirido a estrutura sóbria e despojada que caracteriza a arquitetura maneirista chã. Em termos exteriores a fachada é rematada por empena angular em cornija, encimada por um óculo quadrilobado, exibindo ao centro um portal de moldura reta, flanqueado por duas pequenas janelas gradeadas.

Contacto para Informações: (+351) 21 232 77 89 (Divisão de Cultura, Bibliotecas, Juventude e Desporto) - cultura@mun-montijo.pt

 

Edifício dos Paços do Concelho

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Rua Manuel Nunes de Almeida - Montijo

Construção do século XIX, com posteriores remodelações. O atual edifício das Paços do Concelho, construção de monumentalidade compacta, foi edificado inicialmente para albergar a Cadeia, o Tribunal e as instalações da Administração do Concelho e da Repartição de Finanças do Concelho de Aldeia Galega do Ribatejo. Concluído em 1 de Julho de 1878, conforme se pode constatar pela data no gradeamento da bandeira sob a porta principal, o imóvel de dois pisos e planta quadrangular, possuía um pátio interior descoberto para uso dos presos e um arco com sino no telhado nascente usado para regulamentar as atividades usuais num estabelecimento prisional da época. Ao nível exterior, o edifício ostenta na fachada principal, cinco varandas no primeiro andar e é rematado por um frontão triangular onde foi colocada uma pedra de armas. Teve também quatro remates piramidais hoje em dia desaparecidos. Durante a segunda metade do século XX, após a conclusão das obras das novas instalações do Tribunal Judicial e da Cadeia Comarcã, ficou o edifício devoluto pelo que albergou, temporariamente as instalações da Escola Industrial e Comercial. Em 1964, foi adaptado para nele serem instalados os Paços do Concelho de Montijo, que foram solenemente inaugurados em 1 de Julho de 1967, função que ainda hoje em dia desempenha, sendo dessa altura o revestimento azulejar que o edifício possui interiormente, bem como a composição armoriada com motivos vegetalistas que se encontra ao cimo da escadaria representando as armas da então Vila de Montijo. Em relação à pedra de armas que se encontra no frontão ela possui um ordenamento heráldico pertencente aos descendentes de Jorge Varela e não se sabe o porquê da sua colocação num dos mais importantes edifícios públicos da localidade.

Acesso público à sala de entrada: 2.ª a 6.ª Feira, das 9h00 às 12h30m e das 14h00 às 17h30m
Contacto para Informações: (+351) 21 232 76 00

 

Igreja do Divino Espírito Santo – Matriz de Montijo

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Praça da República – Montijo

Construção do início do século XV, com posteriores reconstruções. Originalmente de nave única e linhas sóbrias onde se destacava um campanário possuía um alpendre construído sob pilares com peitoril de pedra que a circundava entre a porta principal e o alçado lateral sul. Entre 1528 e 1534 sofreu obras de remodelação, sendo dessa altura a construção da abóbada da capela-mor em alvenaria de características manuelinas, cujas chaves de pedraria ostentam ao centro, um vaso florido e nos bocetes secundários motivos vegetalistas. No século XVII foi profundamente remodelada sendo desta altura a edificação da segunda torre, a abertura das portas laterais, a construção do guarda-vento bem como da arcaria interna que a divide em três naves de abóbada de berço separadas por arcos de volta perfeita e quatro colunas toscanas. Nesta altura foi azulejada com um revestimento do tipo tapete de que chegou aos nossos dias somente o conjunto existente na abóbada do guarda-vento que possui ao centro um registo com a imagem de Nossa Senhora do Rosário. Nova campanha de obras desta vez no século XVIII, revestiu-a de um belo conjunto azulejar que se desdobra em duas grandes temáticas iconográficas – a vida da Virgem, a intervenção do Espírito Santo e as prefigurações eucarísticas. Exteriormente a igreja tem a fachada principal demarcada por duas torres sineiras, com cunhais de cantaria, rematadas por coruchéus de abóbadas facetadas com fogaréus nos acrotérios. O portal principal apresenta-se com uma estrutura quadrangular ladeado por duas colunas coríntias sendo sobrepujado por um frontão triangular com três pináculos piramidais sem qualquer decoração, anuncia um janelão gradeado que ilumina o coro, tendo por cima uma lápide epigrafada com a legenda Concelho 1604. O portal lateral sul diferencia-se do principal por apresentar uma decoração jónica nas impostas do arco e nas colunas que o ladeiam. Todo o conjunto é rematado por um frontão decorado axialmente por relevos: a pomba do Espírito Santo envolta num medalhão circular ladeada por dois querubins, símbolos da perfeição espiritual.

Imóvel de Interesse Público – 30/11/1993

 

Igreja do Senhor Jesus da Misericórdia

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Praça 1º de Maio - Montijo

Construção do século XVI, com posteriores reconstruções. De estrutura chã muito simples e obedecendo a um plano construtivo bastante modesto, a sua edificação foi autorizada por carta régia de D. Sebastião, em 1571. A igreja apresenta uma fachada com telhado de duas águas onde se destaca o portal principal de gosto maneirista rematado por um frontão triangular, sobre o qual se abre o janelão gradeado do coro. Coroando todo este conjunto encontra-se um pequeno registo de azulejos polícromos de padronagem tipicamente seiscentista representando uma cena religiosa figurando a Eucaristia (uma custódia sustentada por anjos entre nuvens). Na legenda pode-se ler a frase LOVVADO SEIJA O SANTISIMO SACRAMENTO NA ERA DE 1677. Este painel que se apresenta danificado, tem a particularidade de ostentar a sua composição com a montagem trocada. Interiormente o edifício é de uma só nave com abóbada rebaixada onde se destaca o púlpito em pedra da Arrábida de linhas maneiristas, a capela-mor tem a particularidade de ser mais baixa e estreita do que o restante corpo da igreja e possui o tecto em abóbada de berço. No século XVII foi o interior da mesma revestido até 2/3 de altura com azulejos de padronagem tipo tapete de grande impacto decorativo em tons de azul e amarelo completado com barra de guarnição e bordos de cadeia que percorrem toda a nave. Durante as obras de restauro ocorridas no último quartel do século XX foi descoberto no interior do nicho da tribuna do altar-mor um dos antigos painéis do retábulo maneirista figurando a Visitação da autoria de Tomás Luís. A imagem que hoje em dia se encontra no nicho do altar-mor representando Cristo crucificado foi alvo de grande devoção a partir de 1 de Novembro de 1755, uma vez que estando a localidade invadida pelas águas do Tejo em consequência do maremoto que o terramoto causou, a população saiu em procissão com a mesma e a cheia começou a diminuir voltando o rio ao seu leito natural. No pavimento da capela-mor encontra-se ao centro do supedâneo do altar a sepultura quinhentista do primeiro provedor da Santa Casa, Nuno Alvares Pereira.
Imóvel de Interesse Público – 30/11/1993

Horário de abertura ao público: 2.ª Feira, das 9h00 às 12h00; restantes dias marcação prévia
Contacto para Informações: (+351) 212327867 - cultura@mun-montijo.pt

 

Moinho de Maré do Cais das Faluas 

10 Moinho do Cais 

Frente Ribeirinha

Construção do século XVIII, com posteriores remodelações. Deixou de funcionar na segunda metade do século XX (1962), tendo sido restaurado pela Autarquia no ano 2006 com vista a torná-lo num espaço museológico, assumindo a preservação deste ícone da História Local que sintetiza uma relação intensa, de vários séculos, entre a atividade agrícola e o rio.
É ao fluxo e refluxo das águas do Tejo que o moinho vai buscar a sua fonte de energia. Associados a este recurso natural, existem, como é visível no moinho do Cais, o edifício e a caldeira; no primeiro estão localizados os engenhos, na segunda é armazenada a água necessária para activar o mecanismo de moagem. Novas tecnologias vieram substituir progressivamente o processo tradicional de transformação dos cereais, tendo originado o gradual abandono do moinho.

Horário: 3.ª e 5.ª das 14h00 às 17h30 - Sábado e Domingo das 14h30 às 18h00 (Inverno) e das 15h30 às 19h00 (Verão)

Contacto para Informações: (+351) 21 232 78 67 - cultura@mun-montijo.pt

 

Moinho de Vento do Esteval 

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Urbanização da Quinta do Moinho Velho

Construção do século XIX. Construído no início do século XIX, mais precisamente em 1826 conforme se pode constatar pela data no interior do mesmo estava integrado numa vasta propriedade agrícola denominada Quinta do Moinho Velho. Deixou de funcionar no princípio do século XX após 75 anos de laboração, tendo sido restaurado pela Autarquia no ano 2000 com vista a torná-lo num espaço museológico. Construção robusta constituída interiormente por três pisos, sendo o térreo para guardar o cereal para moer, o intermédio onde se aloja parte do engenho sendo utilizado também como habitação do moleiro e o último onde se encontra um par de mós bem como o mecanismo necessário ao bom funcionamento do mesmo. Sob a porta de entrada voltada ao nascente podemos observar um pequeno registo de azulejos dedicado a Nossa Senhora de Atalaia, curiosamente direcionado para o Santuário da mesma invocação que tem grandes tradições religiosas nesta zona.

Contacto para Informações: (+351) 212327867 - cultura@mun-montijo.pt

 

Quinta do Saldanha e Ermida do Senhor Jesus dos Aflitos

05 Ermida do Senhor dos Aflitos

Quinta do Saldanha – Montijo

Conjunto edificado no século XVI, com posteriores reconstruções. Instituído no século XVI por Duarte da Gama o morgadio enquadrava-se na tipologia das construções daquela altura dedicadas à exploração agrícola e existentes nos arredores de Lisboa. Originalmente a propriedade era constituída por diversas construções destinadas ao uso agrícola, pela casa principal de dois pisos, um oratório onde se dizia missa, jardins com flores, horta, vinhas e pomar, salinas e um moinho de maré de quatro mós. Do conjunto destacava-se o portão principal sobre o qual se encontravam as armas do seu instituidor, ou seja Duarte da Gama que hoje em dia ainda se pode observar. O brasão em pedra lioz colocado “au balon” envolto numa cartela com motivos vegetalistas ostenta um perfeito, belíssimo e correcto ordenamento dentro das boas regras da Heráldica. Com o terramoto de 1755 todo o conjunto se arruinou tendo sido alvo de uma profunda reconstrução, dando ao solar e à ermida as características que podemos observar nos nossos dias. A ermida, de nave única revela uma preocupação estética que não se encontra na casa. O seu interior é de grande simplicidade destacando-se o arco triunfal que separa a capela-mor do resto da ermida. Na capela-mor observa-se um retábulo de madeira polícroma com frontão triangular de características neoclássicas decorado no vértice e no tímpano, onde se pode observar uma belíssima imagem de Cristo crucificado em marfim de modelo agonizante que remonta possivelmente ao século XVII-XVIII e é um notabilíssimo trabalho indo-português. Do recheio da ermida faz ainda parte uma imagem de Nossa Senhora da Piedade em madeira polícroma com um belíssimo estofado, datada do século XVII. Embora a sua anterior invocação fosse Nossa Senhora das Dores conforme se pode constatar pelo medalhão existente sobre o portal principal, a actual invocação reflecte a enorme devoção popular à imagem do Salvador Crucificado sob a denominação do Senhor Jesus dos Aflitos. A quinta é popularmente conhecida por Quinta do Saldanha devido ao facto de a propriedade ter pertencido à família Saldanha da Gama, resultante da união entre as duas famílias por casamento.

Contacto para Informações: (+351) 21 230 11 17 ou 21 231 19 84 (Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense)

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