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Reabilitação da Ermida de Santo António da Quinta do Pátio d’Água

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Designação do projeto |“Reabilitação da Ermida de Santo António da Quinta do Pátio D'Água”
Código do projeto | LISBOA-08-2316-FEDER-000010
Objetivo principal| Reabilitar e Valorizar o património arquitetónico para espaço cultural.
Região de intervenção |Lisboa
Entidade beneficiária | Município de Montijo

Data de aprovação | 13-11-2017
Data de início | 01-04-2016
Data de conclusão | 31-07-2017
Custo total elegível |159.987,98 EUR
Apoio financeiro da União Europeia | FEDER – 79.993,99 EUR

 

Está concluída a Reabilitação da Ermida de Santo António da Quinta do Pátio d’Água, numa operação de regeneração urbana candidatada ao POR Lisboa 2020, com um investimento total de 159.987,98€ e financiamento FEDER (50%) de 79.993,99€.

A Operação insere-se nas Ações definidas no Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU) do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) do município de Montijo.

A construção, que remonta ao séc. XVI e está classificada como Imóvel de Interesse Público, beneficia agora de uma obra de Requalificação e Restauro integral que sucede à alteração de meados do séc. XX, executada então segundo o primeiro projeto conhecido do arquiteto Porfírio Pardal Monteiro.

Destaca-se do imóvel uma intervenção artística da autoria da artista plástica montijense Fernanda Fragateiro, denominada ‘Chão Comum’ – simultaneamente obra de arte e pavimento funcional – na qual a luz coada pelos vitrais inscreve uma permanente metamorfose cromática. A obra de Fernanda Fragateiro reforça a essencialidade deste espaço singular, numa manifestação de sensibilidade e depuração que valoriza um património arquitetónico de grande relevo para a memória e a identidade montijenses.

Dos elementos histórico-artísticos do interior do imóvel, merece também referência o restauro do precioso conjunto de vitrais oriundos da Oficina Ricardo Leone, de Lisboa, bem como os azulejos setecentistas remanescentes do terramoto de 1755 e o altar-mor em talha dourada.

A Ermida de Santo António destina-se à utilização e fruição públicas, enquanto palco privilegiado para eventos culturais compatíveis com aquele contexto patrimonial.

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