ADN (ou genealogia) do argentino Enrique Williams na Galeria Municipal (c/vídeo)
Com mais esta exposição, a Câmara “cumpre uma das suas funções que consiste em assumir-se como responsável pela divulgação das artes, cultura e conhecimento”, afirmou o presidente, acrescentando que “a arte é conhecimento e, partindo deste pressuposto, pode dizer-se que é uma das primeiras manifestações da humanidade, uma forma do ser humano marcar a sua existência, criando objetos e formas que representam a sua vivência no mundo”.
Enrique Williams, artista argentino, residente em Portugal desde 2006, apresenta em ADN (ou genealogia) um conjunto de obras escultóricas que demonstram a sua visão do diálogo entre o ADN e a sua árvore genealógica.
Enrique Williams afirma que “talvez não tenha vindo ao mundo da arte por acaso”, exemplificando esta afirmação com a sua história familiar.
Na sua genealogia, encontram-se Alberto Williams, fundador do Conservatório de Música de Buenos Aires; Amancio Williams, um dos mais importantes expoentes da arquitetura moderna da primeira metade do século XX na Argentina; Alfredo Williams, arquiteto, pintor e fundador do atual Instituto Nacional de Artes da Argentina; e Alfredo Maria Williams, escultor premiado na Argentina.
Mais do que a história profissional de cada elemento da família de Enrique Williams, para o escultor que agora apresenta o seu trabalho na Galeria Municipal do Montijo, o mais importante foram os ensinamentos dos seus familiares.
Enrique Williams nasceu em Buenos Aires, em 1964. Fixou a sua residência em Portugal, em 2006. Tirou vários cursos relacionados com as artes (pintura, desenho, artes gráficas) e realizou estudos de escultura com Alfredo Williams. Participa em mostras coletivas e individuais na Argentina e em Portugal, apresentando tanto trabalhos de pintura como de escultura.
Visite a exposição “ADN (ou genealogia)”, de segunda-feira a sábado das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
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