Inauguração da Praça 1.º de Maio e Largo do Guitarrista
Foram inaugurados, no dia 25 de junho, a Praça 1.º de Maio e o Largo do Guitarrista depois de terem sido alvo de obras de reabilitação. A cerimónia contou com a presença do presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, pela presidente da Assembleia Municipal, Catarina Marcelino do presidente da União das Freguesias do Montijo e Afonsoeiro, Fernando Caria e do arquiteto da responsável pela obra, Rui Mendes e com animação da orquestra de percussão “Batucando”.
O presidente da câmara, Nuno Canta, destacou esta requalificação que “representa hoje uma oportunidade excecional para o nosso desenvolvimento urbano e comercial e para aumentar a qualidade de vida e do ambiente dos montijenses”. O autarca afirmou, ainda, que “este projeto tem, pois, implicações profundas sobre a cidade e sobre o seu desenvolvimento”.
As obras de reabilitação urbana da Praça 1.º de Maio e Largo do Guitarrista permitiram recuperar um espaço histórico na cidade do Montijo, com ocupação diversa ao longo do tempo nomeadamente, onde existiu um poço circular de abastecimento da cidade e mais tarde, um coreto circular.
A intervenção incluiu o alargamento do espaço pedonal com desenhos artísticos, da artista plástica montijense, Fernanda Fragateiro, e a construção de um banco circular em pedra de Lioz, que surge suspenso do pavimento contínuo e cujo desenho se abre para a Igreja da Misericórdia. A obra prolongou a permeabilidade do solo no centro da cidade de modo a favorecer a infiltração das águas com a plantação de árvores em espaços verdes circulares.
O projeto foi incluído no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), tem um investimento de 481.613,31€, com financiamento de 50 por cento por fundos comunitários, no âmbito do Portugal 2020.
Na sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal do Montijo sublinhou, precisamente, a resposta “adequada dos fundos comunitários do Portugal 2020 em nome da coesão e solidariedade e também para redução das assimetrias de desenvolvimento que ainda existem nos espaços públicos e entre as cidades”.