Montijo celebra contrato para embarcação 'Gaivota de Montijo'
Na reunião de câmara realizada a 12 de junho foi aprovada a adjudicação do procedimento e aprovação da minuta do contrato para celebração de contrato de aquisição de embarcação tradicional do Tejo, do tipo bote de fragata - “Gaivota de Montijo”.
O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, informou que “para aquisição da embarcação foi lançado um concurso internacional sendo que a única empresa que apresentou proposta foi Jaime Ferreira da costa & Irmão, Lda, de Sarilhos Pequenos”.
A embarcação tradicional do Tejo terá como principal propósito assegurar uma atividade regular no Estuário do Tejo, predominantemente destinada a uma utilização turística e à participação em eventos da tradição e da cultura local.
Com um comprimento total de 16,5 metros e uma lotação de 45 passageiros mais 2 tripulantes a Gaivota de Montijo será um Elemento de identidade e de património náutico da Aldeia Galega e do Montijo pois levará o nome do Montijo pelo Tejo fora e será um cartão de visita.
O presidente afirmou que “a construção do bote-fragata, um barco típico da Aldeia Galega, vai expressar a nossa alma no Tejo e fazer uma homenagem à nossa terra”.
Por deliberação da Câmara Municipal do Montijo, tomada na sua reunião ordinária de 22 de fevereiro de 2023, foi aprovada a adesão ao GAL ADREPES Costeiro, ao abrigo do Programa MAR 2030, sendo apresentada a correspondente Estratégia de Desenvolvimento Local, que recebeu a aprovação da Autoridade de Gestão.
Neste âmbito, foi desde logo tornada pública a intenção do Município em investir na aquisição de uma embarcação tradicional do estuário do Tejo, com a tipologia de Bote de Fragata.
Nuno Canta reforçou que “o programa comunitário desenvolvido pela ADREPES, Gal ADREPES Costeira, em que o Montijo está presente, vai permitir ter financiamento comunitário para esta embarcação. No passado permitiu construir o Cais dos Pescadores e agora vai permitir a construção da Gaivota de Montijo”.
A aquisição da embarcação em causa decorre do reconhecimento da importância em preservar o património náutico tradicional, pelo que é fundamental que esta seja, em todos os aspetos, genuína e demonstrativa da tradição e autenticidade de todos os seus componentes.
A proposta foi aprovada por unanimidade.