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Pegões

Colonato de Pegões

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Santo Isidro de Pegões

Única tentativa do género levada a cabo a Sul do Tejo e em terras estatais, o Colonato foi implantado nos terrenos da Herdade de Pegões Velhos, propriedade do importante industrial e comerciante José Rovisco Pais, que tentou instalar ali um projeto de colonização, de forma a fixar a mão-de-obra assalariada agrícola necessária às grandes explorações da zona. À data do seu falecimento, doou aos Hospitais Civis de Lisboa a posse da restante área. No entanto, a Junta de Colonização Interna acabou por desenvolver um projeto de fixação de colonos diferente do inaugurado por Rovisco Pais. Ao longo dos anos 40 e 50 do século XX, a Herdade de Pegões foi dividida em casais agrícolas, repartidos por Faias, Figueiras e Pegões Velhos, com a área média de dezoito hectares, dotados de habitação e instalações agrícolas, obras de rega e vias de comunicação. Constitui atualmente, a par das infraestruturas coletivas edificadas - escolas primárias, centros de convívio e sociais, posto médico e igreja -, um património arquitetónico singular, assinado pelo arquiteto Eugénio Correia (1897-1985).

 

Igreja Paroquial de Pegões 

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Cruzamento de Pegões – Pegões


Consagrada a Nossa Senhora de Fátima, a Igreja apresenta um tríptico de Artur Bual, abstratizante e colorido, visível no altar-mor.
Contacto para Informações: Padre Zeferino Baptista Sakapepa - 920270087 | 966153338

 

 

Monumento de Homenagem à Agricultura

Homenagem Agricultura

 

A “Homenagem à Agricultura” é  um conjunto de peças soltas e de máquinas agrícolas que tinham cumprido já a sua função e despertaram o interesse do artista. Esta escultura é parte integrante do património cultural do nosso concelho, ligando para sempre o seu autor, Artur Bual, à história do Montijo, mais precisamente a Pegões. Artur Bual é essencialmente reconhecido como o expoente máximo da pintura gestual abstrata portuguesa. Foi como funcionário da Junta de Colonização Interna que criou um conjunto de obras públicas no domínio da pintura, sendo esta monumental escultura a sua estreia na área tridimensional.

No dia 8 de julho de 2017, a peça escultórica foi relocalizada junto à sede da União de Freguesias de Pegões.

 

 

Igreja de Santo Isidro 

Igreja Sto Isidro

Avenida 25 de Abril – Santo Isidro de Pegões

Construção do século XX. O edifício foi inaugurado em 1957 pela Junta de Colonização Interna fazendo parte do conjunto edificado no âmbito do projeto de colonização do planalto de Pegões, conhecido como Colónia Agrícola de Pegões. A igreja com projeto do arquiteto Eugênio Correia, embora integrada nos planos de edificações do Estado Novo possui uma arquitetura que foge aos cânones então em voga, integrando-se perfeitamente na paisagem circundante. De linhas originais surpreendentes o templo tem a fachada virada a norte. O interior de uma só nave despojada de qualquer tipo de decoração e possuindo batistério, faz-nos fixar o olhar na grandiosa pintura mural a fresco da capela-mor onde se representa a figura de Santo Isidro, da autoria de Severo Portela Júnior. O facto de estarmos num edifício religioso pertencente a uma antiga colónia agrícola faz-nos pensar na importância do orago para o local, uma vez que Santo Isidro teria sido trabalhador agrícola.
Contacto para Informações: Padre Zeferino Baptista Sakapepa - 920270087 | 966153338

 

 

Fontanário de Pegões 

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Avenida Rovisco Pais – Santo Isidro de Pegões

Construção do século XVIII. O fontanário em estilo barroco com linhas singelas características da arquitetura setecentista, apresenta uma fachada com cerca de 10 metros de comprimento, recortada por volutas de enrolamento e o cimafronte acrotério também de volutas. Ostenta uma cruz de secção sextavada. Sob a bica, pode-se admirar uma tabela circular cega. Possui dupla taça destinada a bebedouro para os animais e corte circular central para aproximação e enchimento de vasilhame na bica. Faz parte de um conjunto de quatro, sendo este o único edificado na área do concelho de Montijo, que em 1728 foram mandados construir por D. João V para uso dos viajantes e do serviço da Posta, aquando das obras de conservação e melhoramento da estrada real que de Aldeia Galega seguia para a fronteira. Também conhecido como Fonte de El-Rei foi restaurado pela Autarquia em 2003.
Imóvel de Interesse Municipal – 30/11/1993

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