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Santa Casa da Canha reforça capacidade instalada da instituição

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2020/11/18

A Santa Casa da Misericórdia de Canha (SCMC) viu reforçada a capacidade e qualidade dos serviços que presta aos seus utentes através de uma candidatura apresentada ao POR Lisboa 2020, num investimento total de 307 485,22 euros, com financiamento FEDER a 50 por cento (153 742,61 euros), que permitiu dotar a instituição de capacidade financeira para a aquisição e instalação de uma central fotovoltaica, possibilitando ainda um excedente para apoio à tesouraria, melhoria dos cuidados aos utentes e manutenção de postos de trabalho.

Com este investimento, a SCMC reforça a sua capacidade instalada nas áreas da alimentação, dos cuidados de saúde, da promoção da vida ativa e saudável, das tecnologias de informação, contribuindo para a criação de novos postos de trabalho e de inovação no âmbito dessa economia social, assim como para o bem-estar e a melhoria das condições de vida dos cidadãos e das famílias.

A candidatura teve parecer favorável de várias entidades – Banco Alimentar, Câmara Municipal do Montijo, Junta de Freguesia de Canha – que a instituição afirma terem sido fundamentais para definir o interesse estratégico na aprovação da candidatura, acreditando que estes e outros apoios estarão presentes sempre “que a necessidade de sensibilização de organismos/comissões de avaliação necessitem de um peso inquestionável para a sua decisão final” favorável aos desígnios da instituição.

Sendo cada vez maior a compreensão da importância do trabalho de todos e da sua interligação fundamental na consecução de objetivos, a instituição agradece e reconhece o envolvimento de todas as entidades, sublinhando que é um contributo de “vontades comuns que promovem o desenvolvimento local, o engrandecimento municipal e dão sustentabilidade às ações desenvolvidas debaixo do ‘guarda chuva’ de organismos privilegiados do estado no sector social, como exemplo o Instituto de Segurança Social e o Instituto do Emprego e Formação Profissional”.

“Agradecemos o reconhecimento fundamental de que esta região ‘deslocalizada’ em termos de isolamento, do tecido comunitário pobre e cada vez mais diminuído, necessita da atenção especial que tiveram e que permite que todos os agentes e recursos envolvidos a possam catapultar, mas sem violência, para uma ‘aterragem’ que se dê com suavidade mas firmeza, alicerçando novos modelos de sustentabilidade social”, afirmam.

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